Compositor: Diego Monteiro do Nascimento
Ruas podres, o fedor das mentiras
Outra verdade enterrada, outra esperança morre
A corrupção governa com mão de ferro
Sangrando esta terra destruída
Chega de silêncio, chega de correntes
Nós nos levantamos através do sangue, nós nos levantamos através da dor
Ninguém sobrevive neste solo envenenado
A injustiça se espalha, infecta a multidão
Mas você não pode matar o que queima por dentro
O espírito humano nunca morrerá
Rachaduras nas paredes, o sistema treme
Olhos famintos, nada mais para levar
Cada grito é um chamado à batalha
Vamos derrubar o reino deles, ver ele cair
Chega de silêncio, chega de correntes
Nós nos levantamos através do sangue, nos levantamos através da dor
Ninguém sobrevive neste solo envenenado
A injustiça se espalha, infecta a multidão
Mas você não pode matar o que queima por dentro
O espírito humano nunca morrerá
Esta é a faísca, o fogo começou
O povo se une, lutamos como um só
Todo tirano sentirá a chama
Lembre-se da nossa raiva, lembre-se do nosso nome
Ninguém sobrevive neste solo envenenado
A injustiça se espalha, infecta a multidão
Mas você não pode matar o que queima por dentro
O espírito humano nunca morrerá
Nós somos a tempestade, nós somos o som
Nenhuma corrente nos prenderá, nenhum rei nos coroará
Ninguém sobrevive neste solo envenenado
A injustiça se espalha, infecta a multidão
Mas você não pode matar o que arde por dentro
O espírito humano nunca morrerá
Nós somos a tempestade, nós somos o som
Nenhuma corrente nos prenderá, nenhum rei nos coroará