Compositor: Diego Monteiro do Nascimento
Sombras caem onde sua voz esteve
Um silêncio oco, memórias deterioradas
Sussurros quebrados assombram a noite
Seu toque é um fantasma na luz que se esvai
Despedaçados pelo que tínhamos
Um amor tão feroz, agora reduzido a cinzas
Gritos de tristeza, eles cortam como facas
Ecos de você ardem em minha vida
Ecos eternos, sinto você por perto
Em cada sombra, em cada lágrima
Perdido na escuridão, onde seu amor morreu
Um fantasma de dor que não consigo esconder
Correntes de culpa me arrastam para baixo
Um vazio interno que não me deixa ir
Seus olhos ainda perfuram minha alma
Uma lembrança maldita do que você roubou
As paredes estão sangrando com nosso pecado
Um amor destruído em seu íntimo
Essa sala vazia conhece meu desespero
Ele grita seu nome, você está em toda parte
Ecos eternos, sinto você por perto
Em cada sombra, em cada lágrima
Perdido na escuridão, onde seu amor morreu
Um fantasma de dor que não consigo esconder
As noites ficam mais frias, as feridas ficam mais profundas
O fogo de sua memória não me deixa dormir
Eu o busco, mas você não está lá
Apenas o vazio, apenas o desespero
Ecos eternos, sinto você por perto
Em cada sombra, em cada lágrima
Perdido na escuridão, onde seu amor morreu
Um fantasma de dor que não consigo esconder
As sombras permanecem, o amor se transforma em pó
Um coração traído, consumido pela luxúria
Ecos eternos, para sempre eles cantarão
De amor e perda, e sofrimento