Compositor: Diego Monteiro do Nascimento
Uma sombra se insinua em minha mente
Sussurra veneno, distorcendo o tempo
As paredes se fecham, não consigo escapar
Um grito silencioso nesse estado amaldiçoado
As marés de tormento me puxam para baixo
Profundidades sem fim de uma tristeza que conheço
Mas uma faísca se acende, desafiando o desespero
Uma voz interior me chama para reparar
Quebre as correntes do abismo
Erga-se das profundezas onde a escuridão se retorce
Através do tormento, ouça o grito
O poder da crença nunca morrerá
Os demônios arranham, rasgam minha alma
Uma tempestade de dor que assume o controle
A depressão se alimenta de minha pele frágil
Uma batalha se trava em meu íntimo
A noite é longa, mas o amanhecer chegará
Uma fé frágil que me recuso a abandonar
Através do fogo, uma verdade brilhará
Uma força divina, não mais confinada
Quebre as correntes do abismo
Erga-se das profundezas onde a escuridão se retorce
Através do tormento, ouça o grito
O poder da crença nunca morrerá
Uma voz de luz, que corta a névoa
Queimando em dias intermináveis
As cicatrizes da batalha marcam minha pele
Mas agora eu luto, e vencerei dentro de mim
Correntes de dúvida, eu quebro, eu rompo
Um guerreiro agora, minha alma desperta
Em cada grito, em cada lágrima
Eu enfrento a escuridão, eu venço o medo
Quebre as correntes do abismo
Erga-se das profundezas onde a escuridão se retorce
Através do tormento, ouça o grito
O poder da crença nunca morrerá
A tempestade passou, eu sinto o ar
Um espírito liberto do desespero sombrio
Não mais preso, levanto meus olhos
O poder da crença é meu prêmio